A Oitava Era – Ŧorđar

“Ele irá empunhá-la novamente. E as Vagas de Fogo tornarão a encrespar-se.”

Após a catastrófica batalha de Dul-Goryn, Tanarch foi decisivamente quebrada enquanto nação. A morte do Triunvirato às mãos dos sirulianos e um grupo de aventureiros levou a uma custosa represália contra Sirulia, a que se seguiram a passagem ruinosa do Primeiro Pecado e a ofensiva da Wolhynia, encabeçada por renegados dos Fiordes dos Piratas, que deixaram esta outrora orgulhosa terra de joelhos, logo quando ela parecia ter sacudido o jugo siruliano. Privada da liderança do Triunvirato que havia décadas a regera, Tanarch viu o seu moral estilhaçar-se com a conquista de Dul-Goryn, após a qual a aliança wolhyno-siruliana pôs e dispôs dos territórios circundantes como bem lhe aprouve, sem que as fragmentadas e desorientadas cidades tanarchianas se lhes soubessem opor atempadamente.
Com o passar dos anos, os territórios entre Dul-Goryn e a fronteira com a Sirulia tornaram-se numa base para as forças ocupadoras, com a Sirulia a consolidar o seu domínio a leste e os renegados wolhynos a coroarem-se gardingos dos territórios que tomaram a oeste. Actualmente, Tanarch mal se pode considerar uma nação, mas é inevitável que venha a dar-se uma resposta de futuro, sobretudo agora que a ameaça d’O Flagelo não mais paira sobre nós, as Marés Negras não mais subiram e o Istmo Negro tem permanecido em silêncio todos estes anos…

Liokoron Vigvitek
Pela Liberdade que Tarda em Raiar no Crepúsculo da Ocupação

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Sessão de autógrafos adicional na Feira do Livro

Uma curta adenda para sábado dia 2: além da conversa em que eu e o Manuel Morgado tomaremos parte no stand BLX (16h), haverá ainda uma sessão de autógrafos na banca da Europress até às 19h, para quem não tiver ocasião de comparecer mais cedo e quiser uma dedicatória e um desenho no seu exemplar do Dragomante.

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A Oitava Era – Tannath

“Ele disse que eu fui um erro. Resta saber de quem…”

Quebrado que foi o limiar entre os mortos e os vivos, transposto que foi o limiar do domínio do Guia, a morte não mais é um fim, agora. Não para todos, pelo menos. Não para aqueles que não foram suficientemente chorados pelos seus – os Lacrimais – e que agora percorrem as terras dos vivos em busca do pesar a que não tiveram direito. Em nome desse pesar, estão dispostos a causar grande sofrimento, tanto aos seus entes queridos como a completos desconhecidos, ordenhando o tormento e suplício das suas vítimas em busca do descanso que lhes foi negado…

Desconhecido

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Cueiro

Cueiro

Pedaço de pano ou de outro material absorvente que se usa para envolver as nádegas e a zona genital, com o objectivo de aparar as fezes e a urina dos bebés ou de pessoas com incontinência.

Ou seja, fralda. É um pouco pueril da minha parte, bem sei, mas sempre adorei o termo “cueiro”, pelo facto de não tentar sequer ocultar o fim para o qual se destina. É uma palavra de uso duvidoso hoje em dia (se é que alguma vez o teve), mas pode ajudar a atenuar as discussões de pais recentes na altura de atribuir a tarefa de mudar a fralda, porque “mudar o cueiro” soa só mais divertido.

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Feira do Livro 2018

Este ano, estarei presente em três sessões na Feira do Livro de Lisboa, nos dias 26 de Maio (18h30), 2 de Junho (16h) e 9 de Junho (18h30). A primeira e a terceira cumprirão a tradição anual de marcar presença na feira com o Rafael Loureiro e a Sandra Carvalho, e a segunda será uma sessão do ciclo das Bibliotecas de Lisboa, em que tanto eu como o Manuel Morgado estaremos presentes para falar do Dragomante e assinar (e desenhar em) livros. Espero ver-vos por lá.

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