Relatório de campo da Comic Con

As minhas desculpas pela confusão, mas uma sessão de autógrafos que se colocou em hipótese numa conversa mais antiga com a organização da Comic Con sempre teve lugar, e eu próprio fui apanhado desprevenido na hora. Houve portanto lugar a um painel e duas sessões de autógrafos hoje, o que, pelo menos para mim, foi uma agradável surpresa. Mais ainda do que na Feira do Livro, a Comic Con começa a tornar-se num lugar em que encontro um misto entre novos leitores, velhas caras conhecidas, e leitores de há mais de quinze anos que, por um qualquer motivo, nunca tinha tido o prazer de conhecer. Ah, e vi mais Super-Homens do que Batmen hoje, o que me deixa feliz e com uma renovada esperança na humanidade.

Quero também deixar aqui os meus parabéns ao Manuel Morgado pelo prémio de Melhor Desenho dos Galardões BD Comic Con Portugal 2018, pelo seu trabalho no Dragomante. Agradeço o meu nome ter sido referido, mas esta é inteiramente dele, e inteiramente merecida. Não foi certamente a última colaboração em que nos viram juntos.

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Comic Con 2018

Estarei presente dias 8 e 9 na Comic Con, para um painel sobre o Dragomante e uma sessão de autógrafos em ambos os dias. O Manuel Morgado marcará também presença no dia 8, por isso, quem quiser um belo desenho juntamente com o autógrafo não se esqueça de dar um salto pela banca da Fnac no dia 8 a partir das 15h30.
Quem não conseguir ou não tiver possibilidade de ir no sábado, lá estarei no domingo, das 15h às 16h, para nova sessão de autógrafos, seguida de um painel das 16h30 às 17h15.

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A Oitava Era – Gifeahn

“Maus fígados, é? Olha, tenho a quem sair. É o que dizem, pelo menos…”

De todas as raças, a que melhor e maior proveito tem tirado dos tempos de discórdia em que vivemos – ou, pelo menos, a que mais tem prosperado com eles – são, sem dúvida, os eahanoir. Com a astúcia e artimanha que lhes são sobejamente conhecidas, bem como o encanto negro que ambos os seus sexos sabem exercer sobre incautos e avisados em igual medida, souberam cair nas boas graças das sitiadas cortes dos reinos humanos e nos círculos internos dos conselhos-sombra. Isto porque a reputação traiçoeira e sorrateira que os precede não mais representa um entrave, não numa altura de convulsões sociais em que a luta pelo poder se faz às claras. Ao fim e ao cabo, a incógnita de uma possível faca no escuro é preferível à certeza de uma espada em que reluz o sol…

Cūniad Ērcanred, enviado namuriquano na Latvonia

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Nota

Como provavelmente já repararam, tenho feito por publicar todos os meses a contagem decrescente para a Oitava Era, mas, fora, isso, tem-me sido impossível manter as actualizações mais regulares aqui do blogue a que me tinha semi-comprometido. O meu alter ego tradutor não tem tido vida fácil, nem a terá até ao final do ano, mas vou tentar manter-vos mais regularmente a par da evolução das coisas e retomar o RCPalavras.

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A Oitava Era – Lhiannah

“Sinceramente, não sei sequer como possa ajudar… mas vou ajudar como puder.”

A Era do Homem aproxima-se do fim. Ouvi-me, pois é verdade. O seu primo belo revela-se e rebela-se nos brejos e serras, e o primo fedo insurge-se dos subterrâneos para os quais foi relegado. Os deuses abandonaram-nos, e muitos dos nossos mortos não mais têm como alcançar o seu descanso eterno. E os nossos reis, regentes e governadores foram tomados pela febre da guerra, que, latente, reprimida e velada aqui, desencadeada em surtos ali e acolá, ameaça grassar por toda Allaryia…

Pregador nas ruas de Caranna, paradeiro desconhecido

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